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Michel: estratégias para poupar em alimentos sem perder o prazer

Casal sénior a preparar refeição juntos numa cozinha luminosa com legumes frescos na bancada.

Estratégias para poupar em alimentos

Planificação e orçamento de Michel

Michel, que vive sozinho desde que se reformou, percebeu depressa como é importante planear as refeições e definir um orçamento.
“A chave está no planeamento. Vejo o que já tenho, organizo as minhas refeições para a semana e, depois, faço uma lista de compras precisa”, explica.

“Com este método, compro apenas o que realmente preciso e evito compras por impulso, que acabam por fazer a conta subir.”

Compras inteligentes

Michel também tem o cuidado de comprar produtos em promoção e utiliza aplicações para acompanhar as melhores campanhas dos supermercados da zona. Prefere produtos sazonais e marcas menos conhecidas, que muitas vezes são mais baratas, mas têm a mesma qualidade.

Utilizar os recursos da melhor forma

Cozinhar em casa

Cozinhar em casa é, segundo Michel, outro pilar essencial para poupar na alimentação. Não só sai mais barato, como também permite controlar os ingredientes - uma vantagem para a saúde.
“Faço quase tudo sozinho: pão, guisados e até bolos. Assim sei exatamente o que estou a comer e, ao mesmo tempo, reduzo o desperdício”, diz.

Refeições em conjunto

Michel participa ainda num grupo de vizinhança em que as refeições são partilhadas. Uma vez por semana encontra-se com outros reformados para cozinhar em conjunto. Cada pessoa leva um ingrediente e, em equipa, preparam uma refeição.
“Dessa forma, há mais variedade no menu, surgem novas receitas na mesa - e ainda se passa um bom bocado na companhia de outras pessoas”, conta Michel.

Impactos positivos para além da poupança

Contactos sociais e bem-estar

As iniciativas de Michel não o ajudam apenas a baixar os gastos com alimentação; também contribuem para o seu bem-estar emocional. Estar com outras pessoas e cozinhar em conjunto reforça o espírito de comunidade e combate a solidão que muitos idosos sentem.

Impacto ecológico

Ao comprar produtos locais e sazonais, Michel também contribui para reduzir a sua pegada de CO₂.
“Sinto-me bem por saber que estou a fazer algo positivo pelo planeta”, acrescenta.

Mais informações

Quem quiser seguir o exemplo de Michel deve começar por analisar os seus hábitos alimentares atuais e identificar onde pode poupar. Participar em cursos de cozinha ou em comunidades de refeições pode ser um excelente ponto de partida.

Estas práticas não são apenas vantajosas do ponto de vista económico; também trazem benefícios para a saúde, porque incentivam o consumo de alimentos frescos e menos processados. E o lado social não deve ser subestimado - desempenha um papel decisivo na moral e na saúde mental das pessoas mais velhas.

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